031 – DECISÕES! COMO TOMÁ-LAS?

TEMA: DECISÕES! COMO TOMÁ-LAS? – TEXTO: GÊNESIS 13:1-13 – 031

INTRODUÇÃO

decisõesTemos muitas sérias decisões a tomar em nossa vida, e algumas delas são extremamente difíceis e com seriíssimas implicações.

  • Com quem vou me casar?
  • Quantos filhos teremos?
  • Onde devo morar?
  • Vou seguir a Cristo ou não (esta tem implicação eterna).
  • Que profissão seguir?

As decisões são marcadas por algumas realidades:

  1. TODA DECISÃO É TRAUMÁTICA – Você não pode ter o melhor dos dois mundos. Toda decisão é uma “de-cisão”, implica em rupturas e cisões. Decisões às vezes são tão duras que alguns dizem: “Eu não vou decidir”. Só que ao dizer isto, já estão tomando a decisão “de não decidir.”
  2. NOSSAS DECISÕES AFETAM OUTROS: Temos a tendência de achar que nossas decisões só têm a ver conosco, mas na maioria das vezes, elas atingem muitas outras pessoas. Pessoas relativistas, narcisistas e egoístas, que não consideram outros na sua história, ferem demais familiares e amigos. Quase nunca tomamos decisões apenas para nós mesmos. Em geral, sua côjuge, seus filhos, amigos e a igreja são afetados, negativa ou positivamente por sua decisão. Você não é uma ilha…
  3. SUA DECISÃO DETERMINA SEU FUTURO: Poucos param para você sobre isto. Uma decisão é como um pacote, você pode decidir o que quiser, mas não pode alterar as conseqüências da decisão que você tomou. J. Paul Sartre diz: “Eu sou a minha decisão”. A verdade é que você pode decidir sobre sua vida, mas não posso decidir sobre as conseqüências que tais decisões trarão. Decisões em si mesmas já trazem consigo as conseqüências. Você pode decidir continuar comendo a gordura da picanha, mas não pode impedir seus efeitos no colesterol… Uma mudança altera radicalmente sua história de vida e representa uma alteração profunda nos planos futuros.

Bem, voltemos ao nosso tema: COMO TOMAR DECISÕES?  Neste texto encontramos alguns elementos importantes sobre a tomada de decisões e as consequências que são geradas. Analisemos alguns critérios equivocados que Ló usou para tomar sua decisão e fazer a escolha do lugar onde iria viver com sua família.

(1)-  NÃO TOME DECISÕES APENAS PELO QUE SEUS OLHOS ENXERGAMO texto diz:“Levantou Ló os olhos” (13..10). Sua decisão foi imediata. Ló, porém, não considerou as coisas mais sérias contidas na sua decisão e não processou as conseqüências mais profundas de sua atitude. Há muitos impressionados com imagem, performance, beleza, sem considerar o interior e os aspectos que não são perceptíveis aos olhos. Tomam decisões sem considerar as implicações mais profundas. Tomam decisões apenas com base emocional, mas o fato é que “Nem tudo que reluz é ouro”.

 (2) NÃO TOME DECISÕES APENAS POR RAZÕES ECONÔMICAS: Ló viu as pastagens, “como o jardim do Senhor” (Gn 13.10). Muitos tomam decisões apenas pelo salário imediato, pelas ofertas do mercado, pela possibilidade de rápida ascensão e ganho fácil, mas não consideram outras possibilidades de ganhos ou perdas espirituais, morais, e até mesmo financeiros. Precisamos considerar os ganhos da alma. “Melhor é pouco havendo paz, que a abundância e com ela a guerra”. Ló vê as boas terras, as boas oportunidades, as chances de prosperidade. Finanças muitas vezes tem se tornado o único critério de decisão do homem moderno, no entanto, este critério não é o mais sábio e cristão. Precisamos encontrar fatores motivacionais mais significativos.

(3) CONSIDERE SUA FAMÍLIA NO PROJETO DE SUA DECISÃO – Quando estamos diante de decisões e propostas recebidas, nem sempre paramos para pensar o que isto significa para os filhos, esposa, amigos e para a alma. Ló leva suas filhas para um antro, uma sociedade corrompida e que despreza os valores humanos e eternos. “Ora, os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor” (Gn 13.13). A consequência de sua decisão trouxe profundo impacto sobre sua família. Anos depois, influenciadas por aquela cultura demoníaca, suas filhas tomam decisões absurdas e se engravidam do próprio pai (Gn 19.30-38), e sua esposa não suporta a ruptura com a sociedade, e tem um surto fatal, tornando-se uma estátua de sal (Gn 19.26).   Toda sua família é afetada pela sua decisão tomada no passado. Precisamos sempre refletir no fato de que família é o grande projeto de sua vida, não o seu dinheiro. Por isto, antes de tomar qualquer decisão pergunte: Quais efeitos tal decisão trará sobre minha vida e família? Isto será bom para minha esposa e filhos?  Determinadas decisões expõem a família a constrangimentos e os levam à morte moral e espiritual.

(4) CONSIDERE DEUS NAS SUAS DECISÕES- Ló ignorou por completa o que aquela cidade representava para Deus (Gn 13.13). Nunca podemos esquecer que o pouco com Deus é muito e o muito sem Deus é nada. Muitas decisões não são tomadas tendo Deus como parâmetro, nem refletimos sobre sua vontade e nem pedimos sua orientação e o resultado é a destruição de nossa alma e de nossas vidas.

No filme, o Advogado do diabo, o jovem profissional destrói completamente sua casa, e o sofrimento de sua mulher é tão grande que ela se suicida. Quando Satanás é inquirido, ele zomba do rapaz e diz: “Eu não disse para você cuidar de sua família? No entanto, você estava fascinado demais com a reputação, fama, sucesso e dinheiro” Por isto, antes de tomar uma decisão pergunte:

  • Vou glorificar a Deus com esta minha decisão?
  • É isto que Deus espera de mim?
  • Deus está comigo nesta decisão?

Já vi pessoas dizendo: Ah, não vou orar porque já seu o resultado, eu sei que Deus não quer que eu vá para esta direção… a pergunta que fica é por que insistimos em caminhar por estradas que Deus não quer que caminhemos?

CONCLUSÃO

 Duas decisões importantes para meus ouvintes esta noite.

 1- RECEBER A CRISTO JESUS COMO SEU ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR

Qualquer decisão que você tomar para esta vida, deve ser feita com prudência e cuidado, por causa das implicações que ela traz sobre sua vida e sobre sua geração. Existe, porém, uma decisão que é a grande escolha, porque ela tem implicações eternas, tem a ver com sua salvação, sua eternidade.

Certa vez Jesus afirmou: “Que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mt 7.13,14). Nem sempre a melhor decisão é a mais fácil. Jesus é a jóia de grande valor e a vida eterna é a melhor escolha que você pode fazer. Portanto, decida seguir a Jesus, abra seu coração para recebê-lo em sua vida e receber o dom da vida eterna.

O profeta Elias teve que lidar com pessoas muito relutantes em seguir a Deus. Num momento decisivo de seu ministério, fez a seguinte declaração: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos: Se o Senhor é Deus, segui-o, se é Baal, segui-o. Porém o povo nada respondeu” (1 Rs 18.21). É interessante notar que “o povo nada respondeu”. Aquelas pessoas continuaram indecisas, e não assumiram uma posição espiritual em suas vidas. Este é um grave risco que podemos correr…

Noutro momento da história do povo de Deus, Josué afirmou: “Escolhei hoje a quem sirvais. Se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais: Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15).

Jesus ensinou aos seus discípulos: “O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo. Certo homem, tendo-o encontrado, escondeu-o de novo e, então, cheio de alegria, foi, vendeu tudo o que tinha e comprou aquele campo. “O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a comprou” (Mt 13.44-46). .

Optar pelo reino de Deus, é o melhor investimento de nossa vida, e isto nunca trará qualquer confusão para nossa vida

2- A DECISÃO DE UMA VIDA SÉRIA E COMPROMETIDA COM DEUS

Neste caso, é outra grande decisão, de não querer pecar contra o Senhor, de não viver uma vida cristã pela metade, de assumir um compromisso de seriedade com as coisas de Deus. Por isto precisamos nos render a Deus e orar cotidianamente: “Livra-me, oh Deus, de pecar contra tua santidade, dá-me um desejo profundo de querer honrá-lo, glorificá-lo e agradá-lo em minha vida”. Esta é a decisão de não pecar contra Deus, de querer exaltá-lo em nossas vidas.

Quando Daniel foi levado cativo pelo rei da Babilônia, ele viveu dias muito pesados, já que seu país havia sido invadido e saqueado pelos invasores. Longe de sua terra, família, amigos, do templo, ele tinha todas as razões para nunca mais desejar viver, no entanto, o que a bíblia diz é que “Daniel resolveu, firmemente, não se contaminar com o vinho do rei e nem com seus manjares” (Dn 1.8). O que percebemos é que ele “decidiu” fazer isto. Esta é uma grande decisão que também devemos e podemos tomar.

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Publicado em 24/08/2015, em SERMÕES e marcado como , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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